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NÚMERO DE MULHERES COM DOENÇAS CARDIOVASCULARES CRESCE NA REGIÃO

 No HR, mulheres em acompanhamento representaram mais da metade dos atendimentos.

 

      As doenças cardiovasculares representam a principal causa de morte entre as mulheres e são responsáveis por 1 a cada 3 óbitos no sexo feminino. Os dados são alarmantes e desconhecidos por grande parte da população, que atribui esta doença ao universo masculino. Os dados são da Federação Mundial do Coração e comprovados pelo Hospital Regional do Vale do Paraíba, em Taubaté.


Um levantamento realizado entre os meses de janeiro e fevereiro de 2012 e 2013 mostra um aumento crescente nos atendimentos, principalmente nas mulheres, que hoje representam 55% das consultas no Ambulatório de Cardiologia do HR. Só neste início de ano, dos 405 atendimentos, 223 são do público feminino.


No Dia Internacional da Mulher (08/03), a Unidade faz o alerta para os fatores de risco, entre eles hipertensão, colesterol, diabetes, obesidade abdominal, sedentarismo, hereditariedade e interação entre tabagismo e o uso de anticoncepcional, principais causadores de trombose venosa.


      No caso das mulheres, a preocupação com o diagnóstico é ainda maior, já que os sintomas são diferentes dos homens e isso gera demora na constatação do quadro. “Na mulher os sintomas podem ser confundidos com outras doenças. Muitas vezes ocorre um mal-estar, cefaléia (dor de cabeça), náuseas e dores gástricas e, quando faz os exames, vê que já está infartando”, explica o médico da Equipe de Cirurgia Cardíaca do HR, Dr. Rodrigo Marques.
Os sinais de alerta geralmente aparecem a partir dos 40 anos, mas em pacientes com histórico de doença cardiovascular na família, a procura a um profissional deve começar aos 30 anos.


      Um dos aliados da mulher é o Estrogênio, hormônio que está relacionado ao equilíbrio das gorduras no sangue, controlando o colesterol. Sua ação protege as artérias coronarianas, que levam sangue ao coração. Contudo, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, 42% das mulheres possuem colesterol elevado (acima de 200mg/dl), contra 38% dos homens.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa – Março/2013.

 

 
 
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